quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

A nossa Matilde nasceu...

Dia 22 nasceu a nossa menina, linda que só ela, nem queria acreditar.
Pesava 4,175 kg e media 55 centimetros.

Como tudo começou...
Na sexta dia 21, comecei a sentir contracçoes liguei para a maternidade e disseram para ir lá.
Deitei-me na cama á espera que me viessem observar e a dilatação ainda só estava com 1 centimetro, mandaram me embora mas as dores eram fortes e não dormi nada, no sabado continuaram as contracçoes mas á noite foram ainda mais fortes, então fui para a maternidade passei lá a noite cheia de dores sem conseguir dormir e com 2 centimetros de dilatação de manha já eram 5.
Então fui transferida para a sala de partos por volta das 9 da manha , aí comecei a respirar gás e ar para atenuar a dor das contracções, a parteira disse que por volta das 12 horas a Matilde devia nascer.
Mas a dilatação não avançava continuava com 5 centimetros, estive até ás 18 horas com o gás e o ar, então foi-me oferecida a epidural, eu que dizia que não queria não pensei duas vezes, as dores eram insuportaveis e eu estava sem dormir desde sexta.
Esperamos até ás 20 horas para ver se a dilatação aumentava mas continuava nos 5 centimetros, a parteira chamou a médica para ver o que faziamos se aguardavamos ou fazia uma cesariana, decidimos aguardar até ás 22 horas e claro a dilatação continuava igual.
Avançaram com a cesariana pois a Matilde era muito grande para nascer de parto normal, o pai foi comigo para a sala de operações, mas mesmo com a anestesia eu senti o corte por isso teve que ser anestesia geral e o pai teve de sair.
Foi horrivel a sensação de saber que ia estar a dormir quando a minha filha nascesse, apenas pedi que mal ela saisse que a entregassem ao pai e á avó.
E assim foi resumidamente o nascimento da nossa princesa, o que ia ser parto normal com a avó e o pai a ssistitem passou para cesariana com o pai a assistir e finalmente cesariana com a mãe a dormir.
Mas tirando esse contratempo tudo correu bem a Matilde é uma menina muito saudavel e muito espevitada, a menina dos olhos da familia e principalmente dos avós maternos pois é a primeira neta.